Viena, Parte 2: Verão

Paula Abrahao | Blog: Verão em Viena

Dois meses depois de conhecer Viena na primavera, eu e o Shi decidimos que voltaríamos para lá. Já era verão e foi muito interessante ver o quanto que a cidade mudou. Chegamos em um glorioso dia cuja temperatura era 35 °C – TRINTAEFUCKINGCINCO GRAUS. Para quem ainda não conheceu ou já esqueceu, vale lembrar que o pacote “verão europeu” não inclui ar-condicionado nos lugares e nem ventilador…

Por sorte, pegamos um hotel maravilhoso que tinha uma piscina na cobertura, o Grand Ferdinand, e foi lá mesmo onde passamos nosso primeiro dia em Viena. I regret nothing! O hotel, inclusive, era tão glorioso que até cogitei fazer um post só pra ele – bem estilo blogueira riquíssima que é convidada a viajar e ficar nos lugares (com a diferença que quem pagou a conta no final fui eu mesma, hahah). Tirando os restaurantes e cafés, fizemos um roteiro diferente dessa vez: andamos bastante pelo centro, vimos o Hofburg Palace, visitamos o Kunsthistorisches Museum (museu de história da arte) e o Haus der Musiek, um museu interativo do som, muito bizarro e divertido ao mesmo tempo. Dessa vez fomos ao Café Central provar os doces… os melhores docinhos que eu já comi na minha vida – e olha que eu não como poucos. Prometi a mim mesma que voltarei a Viena uma vez ao ano para saborear aqueles doces de novo, eles são gloriosos demais e valem todo esse esforço. Parece que fizemos pouca coisa, mas andamos bastante (as bolhas nos meus pés comprovaram isso logo no primeiro dia, fiz uma péssima escolha de sapatos para essa viagem) e seguimos nosso ritmo mais preguiçoso de verão. Não adianta, a gente sempre prefere o modo slow travel. Tentamos alugar bicicletas nos pontos oficiais pra passear pela cidade, já que há ciclovias nas ruas principais, mas precisava registrar com cartão de crédito e, como só temos um, não conseguimos. Uma pena!

Aliás, um adendo importante: como tem gente chique nessa cidade, tudo é cercado de uma pompa que me deixou até desnorteada às vezes. Eu ali, com meu vestidinho de pano chinês da H&M comprado lá na hora por necessidade, cercada por austríacas lindas parecendo modelos e austríacos tão mozões que me faziam querer arrancar os olhos das órbitas. A vida, ela não é justa.

Ambas visitas foram muito divertidas e pude experimentar Wien em duas ocasiões bem diferentes; agora quero ver no inverno também, coberta de neve, com direito a ópera, vinhos, igrejas e catacumbas e uma tarde inteira bebendo café e comendo docinhos!

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Viena Parte 1: Primavera

Viena nunca esteve nos meus planos imediatos de viagens, mas acabei visitando a cidade duas vezes no primeiro semestre do ano passado. Tive a sorte de conhecer Viena em duas estações: primavera, no fim de semana da Páscoa, e verão.

Tenho muitas fotos para mostrar, então vou separar em duas partes pra não cansar muito. Na primeira ocasião, fui encontrar uma amiga querida que estava de passagem e já conhecia muito bem a cidade, então fui guiada por ela nos pontos principais e não precisei me preocupar muito com o roteiro. Nunca tinha feito isso, então foi ótimo só acordar e ter alguém falando “hoje nós vamos nesse museu aqui”, sem precisar me preocupar com nada! :D

Fiquei pouco mais de 48h na cidade e foram muito bem aproveitadas. Vi Chagall no museu Albertina e Klimt no Belvedere, visitamos o Café Central – que já foi o principal ponto de encontro de Viena, com Freud, Trotsky, Lenin e até Hitler na lista de regulares da casa. Também provei a famosa Sacher Torte no lugar mais autêntico possível, o Sacher Café (aliás, a pronúncia desse nominho estranho é algo como “Sárrêr”). E já que estamos no tópico comida, vale citar o melhor schnitzel que comi na minha vida, no Plachuttas Gasthaus zur Oper. Fininho, crocante, sequinho… até salivei só de lembrar. Também deu tempo de visitar uma feirinha de Páscoa super fofa (comi um pretzel maior que minha cabeça lá), dar uma voltinha na roda-gigante Wiener Riesenrad no parque de diversões Prater e andar bastante pelo centro e pelo parque Volksgarten.

Aproveitei pra pegar carona na hospedagem da minha amiga, no Hotel Bristol. Era um hotel 4,5 estrelas extremamente chique, tinha até “turndown service” (quando as camareiras vão preparar a cama e o quarto para os hóspedes dormirem, nunca nem tinha visto isso! haha). Nem preciso dizer que me senti super deslocada, mas foi uma experiência divertida.

Quando voltei pra Amsterdam, mostrando as fotos pro marido e contando sobre todas as delícias que comi, decidimos que iríamos juntos para lá no mesmo ano – e fomos mesmo, dois meses depois. Mas essa fica pra parte 2 do post de Vienna… ;)

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[6 on 6] December

Hora de assoprar o pó do teclado: não basta só aparecer uma vez ao mês, ainda chego atrasada! Não tenho mais desculpas pra dar pelos constantes sumiços, apenas aquele shrug de ‘a vida acontece’ e eu parei de me preocupar com isso. ¯\_(ツ)_/¯

Porém aqui estou para mostrar um pouquinho do último mês de 2016. Mais uma vez, eu juro: o título está em holandês, hahah. Depois as pessoas ficam confusas quando falo que holandês é uma mistura de inglês, alemão e francês – o Projeto 6 on 6 está provando isso mês a mês.

Dezembro me traz sentimentos diversos. Gostava muito da expectativa pelo Natal quando era pequena, mas em algum momento ao longo da pré-adolescência o sentimento bom se perdeu e sobrou apenas um toque de amargura pela data – faço aniversário no dia de Natal, imaginem como é divertido passar a vida inteira sem poder dar uma festa no seu aniversário. Jesus stole my birthday. Nos últimos anos, principalmente depois de mudar para o hemisfério norte, a data começou a fazer um pouco mais de sentido pra mim.

Quando a escuridão e o frio tomam conta dos dias cada vez mais rápido, a expectativa de decorar a casa com luzinhas bonitas e acender velas faz toda a diferença. É realmente um sopro de vida no meio da decadência que o inverno traz. Esse ano, pela primeira vez, recebemos meus sogros em casa e foi muito gostoso preparar a casa e pensar nos detalhezinhos da ceia. Aproveitamos a visita deles para visitar as feirinhas de Natal em Düsseldorf e também levamos eles para conhecer Londres.

E 2016, esse ano louco e cheio de surpresas, se encerrou da melhor maneira possível: entre amigos, espumante e comidinhas gostosas. Se 2017 for tão intenso e surpreendente quanto o ano que passou, não tenho do que reclamar.

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Outros dezembros:
Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

[6 on 6] November

Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: November

Já que é para aparecer só uma vez por mês no blog com o Projeto 6 on 6, pelo menos vamos fazer algo com mais carinho, né? Comentei no post anterior que outubro é um mês especial para mim, e dessa vez ele deixou para trás algumas inspirações antigas e vontades que estavam adormecidas. As seis fotos de November (que parece inglês, mas juro que está em holandês!) nasceram desse reencontro com minhas referências de quinze anos atrás e foram inspiradas na maravilhosa revista Sabat Magazine – que, inclusive, abre e fecha as fotos do projeto. A capa é da marca canadense Nuit.

☾ be the goth queen you wanted to be when you were 12 15 ☾

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Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

[6 on 6] Oktober

Nunca vi um mês pra ser tão amado ao redor do mundo quanto outubro. Talvez perca pra dezembro e pro Natal, mas ele sempre será o meu mês favorito no ano – especialmente agora, podendo acompanhar as folhas ficando vermelhas e amarelas aos poucos, só para cair alguns dias depois e virar um manto colorido sobre as ruas.

No finalzinho do mês de outubro a fotógrafa brasileira Tyta Montrase veio dar uma voltinha em Amsterdam e um dos lugares que visitamos juntas foi o cemitério Begraafplaats Oost. Outubro é um mês muito místico para mim, então quase todas as fotos que acabei escolhendo (com exceção das duas últimas) foram feitas lá.

Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: Oktober
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Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

Um amor chamado Lush

A primeira lembrança que tenho da Lush é de meados de 2004, em um shopping de São Paulo. Lembro-me de passar na porta da loja e ficar extremamente enjoada com o cheiro forte e conflitante das bath bombs, que naquela época eram o maior destaque da loja. A marca fechou as portas logo em seguida e só voltou ao mercado brasileiro recentemente, uma década depois.

Li várias resenhas e opiniões positivas sobre a marca nesses últimos anos, o que despertou minha curiosidade para testar. Fiquei super feliz quando cheguei em Amsterdam e descobri que há duas lojas da Lush por aqui (agora já são três); e que surpresa agradável não ser imediatamente abatida por fragrâncias fortes demais ao passar pela porta!

Comecei a testar, na loja mesmo, alguns dos produtinhos mais vendidos e bem cotados em blogs famosos gringos, e comprei alguns sabonetes para levar pra casa. Pronto, já foi o suficiente para me apaixonar. Depois dos sabonetes vieram as máscaras para rosto, os toners, esfoliantes, shampoos… quando eu percebi, meu banheiro já tinha sido tomado pelas inconfundíveis embalagens pretas.

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Estou sempre levando as amigas daqui na loja para escolher produtos, e minhas visitas são tão frequentes que já fiquei amiga de alguns dos vendedores. Com a reentrada da Lush no Brasil e todo o fuss que ela está gerando entre as consumidoras, achei justo compartilhar minha seleção de favoritos; aqueles produtos que eu acho que valem MUITO a compra.

Mask of Magnaminty – Sempre será o primeiro produto da Lush que vou indicar para qualquer pessoa. Essa máscara ajuda a limpar as impurezas da pele sem ressecá-la, e deixa uma sensação deliciosa. Gosto de usar no rosto, especialmente pela manhã. Deixo no mínimo 5 min, vou tomar um café e depois tiro no banho matinal. A pele fica refrescada, visivelmente mais limpa e radiante. É meu produto favorito da Lush! E sempre emendo o uso com o tônico Tea Tree Water.

Shampoos Sólidos – A coisa mais prática para viagens, dá pra jogar até na mala de mão e economizar uns ml do limite permitido. O shampoo parece (e funciona) como um sabonete: é só esfregar na mão com um pouco de água para fazer espuma e passar nos fios, ou passar o bloquinho direto no cabelo mesmo. Testei o Jumping Juniper, Montalbano e Seanik e gostei muito, especialmente dos dois primeiros. Eles limpam o suficiente na raiz e não deixam as pontas ressecadas – exceto o Seanik, esse não funcionou bem pra mim e já achei que deixa meu cabelo ressecado demais. Os shampoos sólidos duram tanto quanto um shampoo líquido de 300ml ou até mais. Agora quero testar o shampoo sólido com pigmentos para cabelos ruivos. :3

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Dark Angels – Que diversão passar isso no rosto e ficar parecendo que caiu de cara na lama, hahaha! É um pózinho que, ao ser misturado com um pouco de água, se transforma em uma argila limpadora. Dark Angels promove uma esfoliação na medida, que dá a sensação de limpeza sem deixar a pele sensibilizada. Gosto de usar especialmente na TPM e durante a menstruação, para desobstruir os poros e ajudar com espinhas.

Grease Lightning – O melhor tratamento para espinhas que já usei. É um gel transparente extremamente leve, de secagem rápida e ótimo para usar até mesmo antes de passar maquiagem. Ajudou muito na minha fase problemática com espinhas hormonais, e não irritou minha pele sensível. Infelizmente não achei no site brasileiro para comprar, mas talvez esteja disponível em breve.

Sabonetes – Adoro vários, minha escolha depende muito do meu humor ou da estação. Três fragrâncias de sabonetes sólidos que eu compro com frequência são Karma, Outback Mate e Sexy Peel. Amava um sabonete que lançaram para o Dia das Mães inspirado na bubble bar Mr. Brightside, mas infelizmente era edição limitada. Gosto muito também dos sabonetes líquidos (sempre compro o Dirty Springwash e o The Olive Branch, que é mega hidratante e tem um cheiro maravilhoso) e das “gelecas” de banho, que são divertidas de usar e muito cheirosas.

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Minhas mais recentes descobertas são as bath bombs e bath bubbles (finalmente tenho banheira em casa e posso usar, yay!), o hidratante corporal Sympathy for the Skin, o desodorante e esfoliantes em barra, e as barras de massagem. Estou adorando descobrir a linha corporal, aos pouquinhos tenho feito a troca dos meus produtos industrializados pelos da Lush e não tenho me arrependido.

E como nem tudo é só elogios, tem dois produtos que comprei depois de ler vários comentários positivos e não gostei: Ocean Salt e Roots Não gosto de nada que deixa a sensação de ter uma película sobre a pele após o uso, e foi o que senti com o esfoliante Ocean Salt. Também já testei os esfoliantes labiais e, apesar de gostar, não acho que valem a compra. Dá para fazer em casa com açúcar e um pouco de mel, nada complexo. Já a máscara capilar Roots senti que fez absolutamente zero diferença, apesar de ser gostosa a sensação do couro cabeludo ficar geladinho.

Você já testou alguns destes produtos da Lush? Tem algum outro que seja seu favorito e você quer recomendar? Aceito novas indicações. ;)

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Bath Bombs e Bubble Bars

[6 on 6] September

Nenhuma surpresa eu estar atrasada com os posts do Projeto 6 on 6 ultimamente, então vamos prosseguir e fingir que nada aconteceu, combinado? :D September é escrito igualzinho em holandês e em inglês, mas a pronúncia é levemente diferente. Foi um mês sem muitas novidades, mas com bastante trabalho e amigos visitando Amsterdam. Boa parte das fotos do mês tirei com o celular mesmo, e ainda assim foram poucas as exposições. O que teve no mês, então?

01 & 02. Bath bombs pretas da Bella Muerte Clothing: sim, as famosas hex bombs que têm circulado pela internet nos últimos meses! São ma-ra-vi-lho-sas. Comprei a Black as Your Soul (das fotos), Bathory (vermelho sangue) e Nightmare (roxinha) e adorei todas, o cheiro é delicioso, a água fica muito colorida e realmente não mancha o corpo ou a banheira. Finalmente me sinto como uma gótica adulta! haha
03. Minha estação favorita chegou com dois pés no peito, fazendo cinco graus já logo nas primeiras semanas. Mas olha o pôr do sol que coisa linda, como não amar?
04. Postais fofos que vou enviar para as amigas. O da esquerda veio direto de Vienna, da exposição de Gustav Klimt (tô devendo post sobre essa viagem, eu sei!)
05. Minhas coleção de presentinhos que as amigas deram está crescendo :3
06. Aproveitei a visita de uma amiga e fomos testar o balanço no topo do A’DAM Lookout, o novo prédio em Amsterdam Noord. O balanço fica na beirada do prédio, no 26o andar, e foram os segundos mais empolgantes do meu mês! haha. Não é muito alto, mas já foi alto o suficiente pra dar aquela adrenalina (e medinho)

Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September

Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

72h em Berlin

Paula Abrahao | 72h em Berlin

Quem é vivo sempre aparece, e de preferência com fotos de Berlin pra mostrar! :D Comentei rapidamente sobre a viagem alguns posts atrás e prometi dar mais detalhes sobre essa cidade louca.

Engraçado que achei Berlin legal, mas pra mim não tinha sido tudo aquilo que todo mundo tanto fala. Porém, alguns meses meses depois da viagem, só consigo pensar em voltar pra conhecer mais. Doido isso, né? Não é um lugar que me encantou à primeira vista, mas definitivamente cresceu no meu coração desde então.

Queríamos visitar Berlin há um tempo, já que é perto e as passagens de trem saindo de Amsterdam são baratas (coisa de €30 por pessoa). Aproveitamos a desculpa de um show da nossa cantora favorita para passar um fim de semana prolongado. Fomos no final de abril; chegamos em uma sexta friorenta e voltamos na segunda pela manhã.

Paula Abrahao | 72h em Berlin

Tinha ouvido falar que Berlin é “a São Paulo que deu certo” e foi exatamente essa sensação que tive: a cidade é imensa, os bairros têm uma atmosfera bem diferente entre si, há pessoas de todos os tipos, nacionalidades e estilos pelas ruas, e aquela paisagem cinza e pesada em alguns locais; mas tudo isso é balanceado pela sensação de segurança e liberdade de expressão que Berlin passa.

Não tivemos muito tempo para ver tudo o que gostaríamos, então nem focamos tanto em visitar museus, por exemplo. Preferimos nos perder por aí, visitar o famoso muro (que ficava na frente do nosso hotel) e alguns bairros, e descobrir cafés e restaurantes diferentes. Nos hospedamos em um hotel bem simples na estação Ostbahnhof (chamado InterCity), um pouquinho longe dos pontos de interesse principais, mas o preço era bom e o hotel oferecia um passe de transporte gratuito, o que nos ajudou muito – fora a conveniência de voltar tarde e ainda ter uns quiosques de comida abertos na estação.

De lugares legais pra comer que visitamos, recomendo muito Happy Baristas, Brammibal’s Donuts e Shiso Burger. O Happy Baristas (Neue Bahnhofstraße 32) é um café ultra hipster focado em cafés europeus, Brammibal’s Donuts (Maybachufer 8) é uma confeitaria de donuts veganos deliciosos, e o Shiso Burger (Auguststraße 29) é uma hamburgueria bem gostosa com um toque asiático.

Paula Abrahao | 72h em Berlin

Tivemos também uma experiência exótica, digamos, em um restaurante minúsculo em Kreuzberg. Depois de uma visita à The Record Loft, estávamos com muita fome e sem muita ideia de onde ir. Passamos na frente de um restaurante com uma fachada peculiar, o Schnitzel Join&Bar, e decidimos nos aventurar. Subimos a escadinha pro restaurante e demos de cara com a dona, que estava voltando do mercado pois a salada tinha acabado (!). Ela efusivamente nos convidou a sentar e olhar o menu. Explicou tudo, sugeriu o schnitzel tradicional e acompanhamento, e fez questão de falar umas três vezes que, caso a gente não gostasse de algo, era pra avisar que ela faria outra coisa. O lugar em si parecia ter parado no tempo, com paredes meio descascadas e desbotadas; aquela coisa “não sei se foi intencional ou se é assim mesmo”. A moça foi tão atenciosa e efusiva que eu achei que saíriamos de lá com uma intoxicação alimentar, mas deu tudo certo (e o schnitzel estava gostosinho até)!

Achei a East Side Gallery (o muro de Berlin todo grafitado) bem bonita, mas é no Berlin Wall Memorial que a água bate na bunda e a gente começa a entender como funcionavam as coisas naquela época. O memorial mostra partes originais do muro e todas as contenções extras ao redor; logo atrás tem um cemitério, que foi recuado para a construção do muro na região, o que deixa tudo um pouco mais pesado e bizarro. Também dá para subir uma escadaria de uns três andares e ter uma visão superior, que ajuda muito a fazer mais sentido do que realmente era o muro e como ele dividiu a cidade. Fiquei mais fascinada do que imaginei que ficaria. É surreal demais lembrar que isso tudo aconteceu recentemente, que o muro foi derrubado há míseras duas décadas, e estar ali de frente para ele vendo um pedaço de história.

Não vejo a hora de voltar para Berlin e descobrir mais sobre essa cidade louca!

Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
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Tem mais algumas fotos de Berlin aqui.