Um ano em seriados, filmes e documentários

Falhei miseravelmente na minha meta literária para 2015 (li apenas 5 livros *fuén*), mas passei muitas horas em frente ao Netflix e PopcornTime vendo filmes, seriados e documentários diversos. Sempre acompanhei vários seriados ao mesmo tempo, mas no começo desse ano me bateu a vontade de registrar tudo o que eu assistia no Listography. Tenho certeza que esqueci de algumas coisas (o registro foi um pouco falho, haha), mas aqui está a pequena listinha de coisas que eu encarei assistir esse ano.

Meus favoritos estão em negrito, e super recomendo caso você ainda não tenha assistido. Dá pra imaginar quanto tempo de vida eu “gastei” só pelas 3x que assisti as 10 temporadas de Friends e as 9 temporadas de HIMYM inteiras, hahah #IregretNothing.

tvallday

gif raptado da Duds (Nick Miller <3)

Seriados

* Brooklyn Nine-Nine (s1 & s2)
* Lost Girl (s5)
* RuPaul’s Drag Race (s7)
* Gossip Girl
* How I Met Your Mother (tudo, 3x)
* Friends (tudo, 3x)
* That 70’s Show
* Vikings (s3)
* Salem (não terminei)
* Outlander (s2)
* Girls (s4)
* New Girl (s4)
* Unbreakable Kimmy
* Grey’s Anatomy (s12)
* Game of Thrones (s5)
* Orphan Black (s3)
* Orange is the New Black (s3)
* Chef’s Table
* The L Word (s1-3)
* My Mad Fat Diary (s3)
* Hjørdis
* Rita
* Frankie & Grace
* Wilfred
* Buffy the Vampire Slayer (s1-4)
* Angel (s1)
* Narcos
* Sense8
* Hit Record on TV
* Penny Dreadful
* Gilmore Girls (s1-s6)
* Jessica Jones
* Master of None
* American Horror Story Hotel
* Hannibal (s1 e s2)
* Daredevil (s1)

Filmes

* The Help
* The Hobbit – Battle of the Five Armies
* Celeste and Jesse Forever
* Chelsea Peretti: One of the Greats
* Fight Club
* The Reader
* Slumdog Millionaire
* Bride Wars
* KIll Bill
* Birdman
* Whiplash
* Amelie Poulain
* Frances Ha
* The Hunger Games
* The Hunger Games – Catching Fire
* The Hunger Games – The Mockingjay 1
* Mordecai (não terminei, não estava curtindo no dia)
* The Imitation Game (também não vi até o fim)
* Wild
* Horns
* Eleanor Rigby – Her
* The Devil’s Rejects
* Guardians of the Galaxy
* The Age of Adaline
* The Perks of Being a Wallflower (2x)
* Hedwig and the Angry Inch

Documentários

* Dance for me
* Beyond Clueless
* What Happened Miss Simone?
* Kurt Cobain: Montage of Heck
* Back in Time: a Back to the Future documentary
* Winter on Fire
* Iris
* Bill Cunningham New York
* Que Horas Ela Volta?

 

Quais desses você também assistiu em 2015? Já comecei o registro de 2016, inclusive, então pode deixar suas recomendações aí nos comentários pra engrossar minha lista. :)

Sobrevivi mais um ano

Tanto de vida quanto de Holanda! Nem acredito que já se passaram dois anos desde o meu primeiro aniversário-natal aqui; chegou tão rápido, mas ao mesmo tempo já me sinto tão familiarizada com a vida em Amsterdam. Foi um ano incrível, com muito mais socialização, descobertas e novas empreitadas pela cidade – que foram muito bem acolhidas e têm dado certo, yay!

É bastante assustador pensar que não estudei nada (oficialmente) de neerlandês/holandês esse ano, porém incrível perceber o quanto já consigo me comunicar com as pessoas com o pouco que sei, como já consigo ler e compreender – obviamente quando as pessoas falam devagar e sem usar um zilhão de gírias ou abreviações, hahah. Não fiz aulas, mas a vida se encarregou de me ajudar a treinar e não esquecer tanto o idioma.

Para encerrar esse segundo ano cheio de surpresas boas, mudamos recentemente e estamos adorando conhecer o bairro novo. Nunca tinha feito uma “mudança de verdade”, como é exaustivo, affe. Quando fomos morar juntos, eu e o Shi só tínhamos nossos poucos itens pessoais e zero móveis ou eletrônicos. Para vir para Amsterdam, vendemos tudo e trouxemos apenas o essencial. Já dessa vez, mudando dentro da mesma cidade, não foi tão fácil assim… como a gente acumula coisas pequenas, credo! Fiquei com vontade de desapegar ainda mais de itens materiais (ler o livro da Marie Kondo sobre organização ajudou um pouco nesse processo de “plmdds vamos jogar tudo isso fora”).

Estamos sem internet em casa até o dia 28/12, quando a operadora vem instalar tudo (espero eu!), por isso o sumiço momentâneo do blog. As responsabilidades da vida adulta e os compromissos de fim de ano também não ajudaram no processo, mas em alguns dias estou de volta com os posts que faltam sobre Estocolmo e também com posts sobre a mini viagem que fizemos a Londres. As tretas da vida em dezembro, elas estão loucas. Mas tudo voltará ao normal em breve.

E, por enquanto, só me resta dizer: boas festas, um ótimo começo de ano e muito, muuuuuito obrigada por me acompanharem por mais um ano inteiro. Reparei essa semana que o blog já completará seis anos. SEIS! Tudo bem que tô nessa interwebz há mais de quinze, mas nunca antes um blog meu durou tanto tempo… eis aí mais um sobrevivente de 2015. :D

Fijne feestdagen, allemaal!

Paula Abrahao | BLOG - Sobrevivi mais um ano
foto: marcela xavier

[6 on 6] Mooie Dingen

Luz e sol são luxo em Dezembro, mas nem por isso Amsterdam deixa de ser bonita. Os dias nublados, acinzentados e sombrios já são realidade, e a tendência é só piorar até o solstício de inverno (no dia 21). Mas focaremos nas coisas bonitas (mooie dingen) com o último tema do ano no Projeto 6 on 6, que por sinal só voltará agora em fevereiro/16 (vamos tirar um mês de folga).

Felizmente, os dias ainda não estavam tão escuros quando as fotos foram tiradas – entre o final de outubro (uma pequena trapaça aí, eu sei) e novembro. As pequenas coisas que bonitas que registrei foram…

01. Arya e flores //  02. dias nublados, porém bonitos // 03. jardins bem cuidados mesmo nos meses frios // 04. mais flores // 05. as últimas folhas nas árvores // 06. Anneke van Giersbergen (e Marcelia Bovio ao fundo), show do The Gentle Storm no P60 Amstelveen

Paula Abrahao | 6 on 6: Mooie Dingen, coisas bonitas Paula Abrahao | 6 on 6: Mooie Dingen, coisas bonitas Paula Abrahao | 6 on 6: Mooie Dingen, coisas bonitas Paula Abrahao | 6 on 6: Mooie Dingen, coisas bonitas Paula Abrahao | 6 on 6: Mooie Dingen, coisas bonitas Paula Abrahao | 6 on 6: Mooie Dingen, coisas bonitas Paula Abrahao | 6 on 6: Mooie Dingen, coisas bonitas

E tem foto extra de um pôr do sol incrível na semana passada, potencialmente um dos últimos que veremos esse ano. Um pouco triste pensar nisso, mas pelo menos consegui registrar e posso voltar aqui pra olhar as nuvens coloridas todas as vezes que for atingida pelo winter blues nos próximos meses.

Mais beleza por aí: Taís (Irlanda) | Lolla (Inglaterra) | Alê (Ucrânia) | Loma (Coréia do Sul) | Ana Paula (Austrália)

Conhecendo Estocolmo

Entre sumiços mensais, menina Paula sobrevive. Não por falta de ideias, e sim de tempo, paciência e motivação. Mas eu sempre volto trazendo um zilhão de fotos e contando coisas que ninguém quer saber (#NobodyAskedYouPatrice). Então, oi de novo! :D

Outubro é um mês especial para mim, tem Halloween, geralmente é cheio de acontecimentos e coisas boas, e agora tem o outono para aumentar ainda mais o amor. Esse ano foi ainda mais incrível: fomos conhecer Estocolmo (Suécia) com minha melhor amiga e my person. Ficamos pouco tempo, então infelizmente não conseguimos ir para o interior – esperem por mim, florestas cheias de neve dos clipes da iamamiwhoami! haha

Felizmente, nós quatro (eu, Shi, amiga + marido) temos um perfil viajante muito parecido: não fazemos questão de bater cartão em todos os pontos turísticos, gostamos de andar, nos perder por aí sem pressa, provar a comida local, e visitar alguns museus e atrações que nos despertem mais interesse. Mesmo com um roteiro quase inexistente e zero pressa, foi muito cansativo. Estocolmo é imensa! A temperatura estava agradável, pelo menos, e demos sorte de não pegar nenhum dia de chuva.

O que fizemos questão de não perder – e repetir inúmeras vezes durante o dia – é a tradição do fika: uma pausa para tomar um café com bolo ou um docinho no meio da tarde. Teve muito cappuccino com kladdkaka, chokladeboll e cinnamon rolls. Também teve muitas almôndegas com geléia de lingonberry, e dessa vez não eram da Ikea. :P

Mas o ápice gastronômico da viagem, para mim, foi conseguir uma mesa em um tradicional restaurante viking chamado Aifur. Escondido em uma rua de Gamla Stan, a cidade velha de Estocolmo, o Aifur te leva de volta no tempo em todos os aspectos: a ambientação e decoração são de dar pulinhos de tanta emoção (foi o que eu fiz, desculpa! haha). Meu coração parou por uns segundos ao ver um cara com vestimentas tradicionais tocando viola de roda em um cantinho do salão – tem vídeo aqui.

Um garçom vem te buscar na porta, pergunta seu nome e país de origem e te apresenta para todos no salão, me senti a própria Jarl Ingstad chegando na festa! hahah. Dividimos uma mesa comunal com várias pessoas, todos sentados em bancos de madeira cobertos por peles de ovelha. E os talheres e copos? Queria jogar tudo dentro da bolsa e trazer pra casa! hahah

O lugar é caríssimo, então requer um pouco de planejamento, mas vale cada centavo. A comida é deliciosa e rústica, do jeito que esperamos de um lugar assim. Começamos os trabalhos com uma tábua frios e pães (in-crí-veis), e de prato principal pedi um salmão defumado com espinafre, molho bizantino (whatever that means) e uma espécie de arroz selvagem. Alguém pediu um cordeiro que estava maravilhoso e estou sonhando com ele até agora. As sobremesas decepcionaram um pouco, mas pelo menos pareciam legítimas. Tem o menu aqui, para quem quiser conhecer.

Paula Abrahao | BLOG - Outono em Estocolmo: Restaurante Aifur

O resto dos dias se dividiram entre visitar parques, andar por Gamla Stan e outros bairros, visitar o palácio de Drottningholm, e ir a dois museus: o do navio de guerra Vasa (também conhecido como “o maior flop na história sueca”) e uma exposição sobre vikings no Historiska – tirei um monte de fotos e ficaram ótimas, então aguardem posts em breve (prometo!).

Estocolmo é uma cidade beeeem bonita (e cara, viu?), o céu é uma coisa surreal. Quando a luz amarelada do pôr do sol se junta ao céu azul de fim de tarde, entendemos perfeitamente as cores da bandeira sueca [dê uma olhada na última foto do post]. A alegria de colocar mais um país na listinha de desejos realizados, ainda mais com pessoas que eu escolhi para me acompanharem nessa vida, foi imensa.

Se você me aguentou escrevendo até aqui, obrigada! Espero que você goste das fotos e consiga viajar um pouquinho junto comigo também. :)

Paula Abrahao | BLOG - Outono em Estocolmo
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[6 on 6] Nationale Kleuren

Um pouco atrasada com o Projeto 6 on 6 esse mês, mas ele finalmente chegou – seis dias depois do dia seis, só pra ser um pouco poética! haha. Em Novembro encaramos o desafio de fotografar as cores nacionais (nationale kleuren) de cada país no cotidiano, um tema nada fácil. Na bandeira, os Países Baixos são representados pelas cores vermelha, branca e azul, mas é o laranja que predomina quando pensamos em cor nacional.

A culpa é de Guilherme I de Orange (Willem van Oranje em neerlandês), fundador da Casa de Orange-Nassau. A primeira bandeira holandesa foi inspirada no brasão de Guilherme I e consistia em três faixas nas cores laranja, branca e azul, que foram a base para a atual bandeira. Dizem que o motivo para a mudança é que o laranja desbotava para um avermelhado estranho com o tempo, então resolveram colocar vermelho de uma vez por todas. Curiosidade: a Casa Orange-Nassau foi tão importante que influenciou até a cor da bandeira irlandesa – e só descobri isso graças ao post do 6 on 6 da Taís este mês, olha só!

Laranja é a cor oficial em qualquer celebração importante, como Dia do Rei, Copa do Mundo e jogos do time nacional (cujo apelido é – isso mesmo – Oranje!). Já em Amsterdam, é o vermelho e preto que predominam junto com três cruzes diagonais. Saí pela cidade em busca de um pouco de oranje, vermelho e azul em assuntos cotidianos, uma tarefa um pouco difícil fora das épocas tão especiais.

Paula Abrahao | BLOG - Projeto 6 on 6: Nationale Kleuren Paula Abrahao | BLOG - Projeto 6 on 6: Nationale Kleuren

Paula Abrahao | BLOG - Projeto 6 on 6: Nationale Kleuren

louças Delft Blue, super tradicionais (e caras)

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Outras cores pelo mundo: Taís (Irlanda) | Lolla (Inglaterra) | Alê (Ucrânia) | Loma (Coréia do Sul) | Ana Paula (Austrália)

Tag: Vida de Gateira

Quando a Rê apareceu com essa tag no Mulher Vitrola, não deu pra resistir. Tenho um monte de coisas que gostaria de compartilhar sobre felinos e já faz um tempão que não falo nada sobre eles no blog, então é uma boa oportunidade para trazer o assunto à tona novamente e dar início a uma série de posts que há anos pretendo fazer.

Tenho praticamente um gatil aqui em casa, então aguentem comigo que essa tag vai ficar imensa – mas vou encher de fotos lindas pra compensar! ;D

Paula Abrahao | BLOG - Tag: Gateira

1) Quantos gatinhos você tem?
Quatro! São duas fêmeas e dois machos (e nem foi proposital).

2) Quais são os nomes e apelidos deles?
Arya, Jamie, Lexie e Thorin (por ordem de chegada). Os apelidos são infinitos, praticamente a cada mês a gente inventa uma coisa nova, mas geralmente é “pretinha” pra Arya, “gordo” e “gato chato” pro Jamie (ele come tudo e mia o dia inteiro), “gordinha” e “miss crabby pants” pra Lexie, e “toThorin” ou “tôrinho” pro Thorin.

3) Qual a idade do seu gatinho?
A Lexie tem 3 anos e meio. Agora em novembro, Arya e Jamie completam 4 anos e Thorin completa 3. Todos jovens adultos! <3

4) Como eles chegaram até você?
Nossa, estão prontos pra ler textão? hahah. A Arya foi encontrada no motor de um carro no RJ quando era um toquinho de gata, tinha só dois meses e era minúscula. Ela foi resgatada por uma das minhas melhores amigas, que a trouxe de carro para SP umas semanas depois de tê-la encontrado. Ficamos tão apaixonados pela Arya (e em vê-la brincando com o outro gatinho que também veio do RJ pra ser adotado em SP) que no mesmo dia fomos atrás de um irmãozinho pra ela – o Jamie! Encontramos uma senhora, atualmente responsável pelos Gatinhos da Vila Prudente, no Orkut que tinha acabado de receber um macho amarelo de cerca de 3 meses, resgatado por uma moça que não poderia ficar com ele. Fomos lá visitar e foi amor à primeira vista. Foi só pegá-lo no colo e ouvir o miadinho baixo e sentido pra saber que não sairíamos de lá sem ele.

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Alguns meses depois chegou a Lexie. A mesma amiga do RJ encontrou dois gatinhos que tinham sigo jogados no lixo (olha o absurdo) e os pegou pra fazer lar temporário. A gente não queria mais um gato, mas depois de um mês ponderando e vendo fotos dos olhos azuis lindos da gata, não resisti e fiz a ponte-aérea pra buscá-la. No fim, eu fiquei com a Lexie e minha amiga ficou com o irmãozinho dela, Dexter (na real a Lexie iria se chamar Debra, pra ser Debra e Dexter Morgan, igual ao seriado Dexter, mas achamos que Lexie – de Grey’s Anatomy – combinava mais com ela).

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Por último, chegou o Thorinho, nossa raspa de tacho 100% não planejada. Fomos levar umas doações para a Confraria dos Miados e Latidos em jan/13 e, enquanto a gente aproveitava pra dar amor pros gatinhos à espera de um lar, um pitico orelhudo (sim, esse é o Thorin nenê, COISA MAIS LINDA!) pulou no meu colo e começou a me afofar inteira. Ele afofava minha barriga, meus peitos, meu rosto, se enfiou no meio do meu cabelo, abria a boquinha e “miava mudo”; a coisa mais fofa do universo. Olhei pra cara do marido, ele olhou pra mim de volta… e sabíamos que voltaríamos pra casa com mais um gatinho. No dia seguinte, o pessoal da Confraria estava lá em casa pra fazer a inspeção e levar nosso mais novo filhotinho. ❤

5) Vocês tem fotos dele(a) bebê/antigas?
Siiim, muitas! Do Thorin temos até foto da Confraria quando ele foi resgatado e era super nenê, devia ter semanas. Morram de amor junto comigo. :3

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6) Como é a personalidade do seu gatinho(a)?
A Arya é a alfa da casa; ela que manda em tudo e educa a galera (eufemismo pra “mete patada” mesmo). Mas que ela tem de bravinha e briguenta, tem de fofa: corre pela casa igual uma louca, ronrona alto pedindo carinho, e sempre responde com um miadinho fofo quando a gente chama – ela é apaixonada pelo meu marido, aliás, é ridícula de tão fofa a conexão deles.

Jamie é um manhoso sem vergonha, saco sem fundo, excelente caçador e criança-problema que adora comer fios e elásticos, e já teve até obstrução no estômago por causa disso, meh. Parece minha sombra: onde eu vou, ele vai atrás – miando, claro. É super medroso com desconhecidos, mas é meu bebezão que dorme de conchinha comigo, sorri quando eu o abraço (eu juro), e pisca pra mim pra fazer charminho.

A Lexie chegou super ativa e brincalhona, mas foi ficando quietinha com o tempo – suspeitamos que em partes seja por causa da doença, mas ela continua sendo uma fofa. É uma lady que fica quietinha no canto dela, ronrona alto, resmunga horrores e do jeito mais engraçado, detesta que a peguem, adora ficar deitada no colo (quando ela quer), reclama e me acorda de manhã (com direito a abrir a cortina se eu estiver demorando muito) pra ganhar comida, e é muito lesadinha pra brincar.

Já o Thorin é um pentelho que adora derrubar coisas por diversão e me acorda só pra pedir carinho, mas é meu grude. Apesar de ser um gato adulto com quase três anos, ele ainda parece um bebê de tão brincalhão que é. De madrugada ele me cutuca para que eu levante o edredom e ele deite comigo, e começa a me afofar e ronronar até cansar e pular fora. Ele faz isso todas as noites desde que chegou (o maior motivo de eu ter cara de cansada nos últimos anos, mas tudo bem! hahaha). <3

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Viu, eu disse que ele sorri! :3

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7) Eles gostam de brinquedinhos? Quais?
Todos amam aquelas varetas com um fio e uma peninha na ponta, dá pra passar o dia inteiro brincando assim. Eles brincam bastante entre si também, geralmente de pega-pega correndo pela casa, ou com crinkle balls (bolinhas de um plástico colorido e barulhento, não sei o nome em português e nunca vi a venda no Brasil, infelizmente). Outra coisa que eles amam são travesseirinhos de catnip e troncos de matatabi!

8) Qual tipo de carinho que eles mais gostam?
Nenhum dos quatro têm restrições, pode até fazer carinho na barriga que eles aceitam (mas só nós, visitas eles não confiam muito). Mas carinho que ativa automaticamente os ronronados é o “triângulo da coçadinha”: topo da cabeça (entre as orelhas e um pouco acima do nariz), queixo e bochechas. :3

9) O que eles mais gostam de comer? Qual marca de ração/molhinho você costuma dar?
A alimentação base deles é com ração seca Royal Canin, atualmente damos a Savour Sensations pois teve uma fase do tratamento que a Lexie ficou chatinha pra comida e essa foi a única que ela aceitou. Ração molhada pode ser qualquer uma e geralmente damos Gourmet Gold, mas recentemente mudamos para duas marcas mais orgânicas e com menos conservantes, chamadas Applaws e Almo Nature. Eles adoraram especialmente a segunda.

10) Como é a caixinha de areia dos seus gatinhos? Você usa areia, sílica, receita alternativa?
Somos bem sortudos e usamos só três caixinhas para quatro gatos (o certo é ter uma caixa para cada e +1 extra), e nunca tivemos problema. São três caixas de tamanho médio-grande com frente baixa e fundo alto, e borda para segurar um pouco da areia que cai pra fora. Usamos areia granulada mesmo, uma marca incrível que faz torrões que não se desfazem e elimina todo o cheiro, e é igual a marca que usávamos no Brasil e adorávamos (EasyClean, fica a dica). Já testamos todo o tipo de areia no mercado, essa foi a que nós e os gatinhos preferimos.

11) Que recado você daria para as pessoas que não tem gatinhos, ou tem preconceito com gatos?
Não fale do que você não sabe e não trate um gato como se fosse um cachorro. A maioria das pessoas que já ouvi reclamarem de gatos, que foram mordidas ou arranhadas por um, estavam tentando se aproximar e brincar como se eles fossem cachorros, e um animal não tem NADA a ver com o outro. Informe-se, converse com donos de gatos experientes, leia sobre, e principalmente conviva com um gato antes de falar qualquer coisa sobre um. Nós todos agradecemos. :)

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[6 on 6] Gevels

Mais uma edição linda do Projeto 6 on 6 chegando por aqui. Já vou começar traduzindo o título, afinal não é nada intuitivo dessa vez, né? Gevels é fachadas em holandês (pelo menos de acordo com o Google! haha), e este é nosso tema de Outubro.

Não foi fácil selecionar as fotos, essa cidadezinha velha tem muitos prédios e casas com fachadas maravilhosas, além das casas com floreiras (a maioria morta a essa altura do outono, mas vamos relevar) e das lojas diversas. Pedalei e andei por aí durante duas semanas para fazer as fotos desse post, e ainda acho que deixei muita coisa linda de fora. É sempre assim…

Já tinha mostrado um pouquinho das tradicionais fachadas holandesas nesse post passado do projeto, mas se você quiser saber mais a fundo sobre isso, clique aqui e apele para o google translate.

Taís (Irlanda) | Lolla (Inglaterra) | Alê (Ucrânia) | Loma (Coréia do Sul) | Ana Paula (Austrália)

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O Pathe Tuschinski e o Rialto são dois cinemas daqui com essas fachadas maravilhosas no estilo Art Nouveau e Deco. O primeiro é uma rede bem grande com várias localizações pela cidade, já o segundo é um cinema old school exibindo geralmente filmes que circulam fora do circuito hollywood. “Que horas ela volta”, por exemplo, está sendo exibido lá – e se você clicar na foto para vê-la maior, talvez consiga ler o nome na placa da entrada. ^^

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E vai ter foto extra, não resisti a essa fachada de ponta cabeça na Utrechtsestraat! hahah.

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Design holandês na decoração

Apesar de já morarmos juntos há quatro anos, só agora eu e o Shi estamos começando a refinar nossos gostos e desejos para decoração. Nossa primeira casa juntos veio basicamente inteira da Tok&Stok e sem modificações – o que foi muito prático, mas nada estiloso! hahah.

A segunda, já aqui em Amsterdam, veio decorada pelo proprietário com um estilo mais moderninho e refinado. As cores são neutras, mas se complementam; a cozinha é toda branca e preta, do jeito que eu sempre quis ter; mas o destaque do ambiente fica por conta da enorme mesa artesanal de madeira rústica (mostrei aqui), que casa perfeitamente com os aparadores de pernas metálicas e tampos de madeira.

É justamente esse equilíbrio entre o rústico e o moderno que têm me chamado atenção no design holandês: é impactante de um jeito orgânico, nada ostentador. Simplicidade e reaproveitamento são a ordem por aqui: garagens antigas de trem viram multi-espaços colaborativos, luminárias industriais viram destaque na decoração, e nenhum pedaço de madeira velha parece ser desperdiçado. Tudo se renova e se transforma em algo novo.

Sou muito fã do minimalismo escandinavo, mas confesso que o jeitinho holandês têm me conquistado com sua criatividade e inovação. Até acho que ambos estilos são um pouco parecidos, só que o holandês tem um apelo mais peculiar. Uma boa referência é o movimento artístico “De Stijl”, que nasceu em Amsterdam e influenciou a arte e arquitetura. Lembra das composições geométricas de Mondrian, com muito espaço em branco? Coloque isso em design de interiores e você já vai conseguir ter uma boa ideia da excentricidade do design holandês em todo seu potencial.

Ainda não sei como nossa futura casa vai ser, mas no último ano tenho me interessado mais pelo assunto e coletado muitas referências. Foi ótimo praticar com o home office ano passado; apesar de ter recursos limitados, cheguei beeem perto do que eu sempre quis – quem me acompanha faz tempo já deve ter visto como ele era e como ficou depois de algumas mudanças. O foco agora é escalar isso para outros cômodos, focando na sala e cozinha à princípio, e ir construindo nosso estilo aos pouquinhos e com escolhas mais inteligentes.

Como todo mundo sempre bate na tecla do design escandinavo, quis trazer um pouquinho de variedade e selecionei alguns projetos de decoração e arquitetura holandesa que eu adorei. A maioria das imagens veio do homify, que tem um banco de dados bem extenso com referências e até indicações de profissionais (tem mais fotos aqui e aqui também).

Espero que vocês gostem e, quem sabe, se inspirem também para (re)decorar suas casinhas! ;)

Scandinavische slaapkamers van sreda
Garage Loft : Industriële keukens van BRICKS Studio
Industriële woonkamers van Studio ro+ca
Garage Loft : Industriële badkamers van BRICKS Studio
Lushful plants : Tropische woonkamers van Levenssfeer
Penthouse : Minimalistische gangen, hallen & trappenhuizen van CioMé
boomkast : Kasten & dressoirs van designstudio lotte van laatum


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