[6 on 6] November

Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: November

Já que é para aparecer só uma vez por mês no blog com o Projeto 6 on 6, pelo menos vamos fazer algo com mais carinho, né? Comentei no post anterior que outubro é um mês especial para mim, e dessa vez ele deixou para trás algumas inspirações antigas e vontades que estavam adormecidas. As seis fotos de November (que parece inglês, mas juro que está em holandês!) nasceram desse reencontro com minhas referências de quinze anos atrás e foram inspiradas na maravilhosa revista Sabat Magazine – que, inclusive, abre e fecha as fotos do projeto. A capa é da marca canadense Nuit.

☾ be the goth queen you wanted to be when you were 12 15 ☾

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Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

[6 on 6] Oktober

Nunca vi um mês pra ser tão amado ao redor do mundo quanto outubro. Talvez perca pra dezembro e pro Natal, mas ele sempre será o meu mês favorito no ano – especialmente agora, podendo acompanhar as folhas ficando vermelhas e amarelas aos poucos, só para cair alguns dias depois e virar um manto colorido sobre as ruas.

No finalzinho do mês de outubro a fotógrafa brasileira Tyta Montrase veio dar uma voltinha em Amsterdam e um dos lugares que visitamos juntas foi o cemitério Begraafplaats Oost. Outubro é um mês muito místico para mim, então quase todas as fotos que acabei escolhendo (com exceção das duas últimas) foram feitas lá.

Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: Oktober
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Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

Um amor chamado Lush

A primeira lembrança que tenho da Lush é de meados de 2004, em um shopping de São Paulo. Lembro-me de passar na porta da loja e ficar extremamente enjoada com o cheiro forte e conflitante das bath bombs, que naquela época eram o maior destaque da loja. A marca fechou as portas logo em seguida e só voltou ao mercado brasileiro recentemente, uma década depois.

Li várias resenhas e opiniões positivas sobre a marca nesses últimos anos, o que despertou minha curiosidade para testar. Fiquei super feliz quando cheguei em Amsterdam e descobri que há duas lojas da Lush por aqui (agora já são três); e que surpresa agradável não ser imediatamente abatida por fragrâncias fortes demais ao passar pela porta!

Comecei a testar, na loja mesmo, alguns dos produtinhos mais vendidos e bem cotados em blogs famosos gringos, e comprei alguns sabonetes para levar pra casa. Pronto, já foi o suficiente para me apaixonar. Depois dos sabonetes vieram as máscaras para rosto, os toners, esfoliantes, shampoos… quando eu percebi, meu banheiro já tinha sido tomado pelas inconfundíveis embalagens pretas.

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Estou sempre levando as amigas daqui na loja para escolher produtos, e minhas visitas são tão frequentes que já fiquei amiga de alguns dos vendedores. Com a reentrada da Lush no Brasil e todo o fuss que ela está gerando entre as consumidoras, achei justo compartilhar minha seleção de favoritos; aqueles produtos que eu acho que valem MUITO a compra.

Mask of Magnaminty – Sempre será o primeiro produto da Lush que vou indicar para qualquer pessoa. Essa máscara ajuda a limpar as impurezas da pele sem ressecá-la, e deixa uma sensação deliciosa. Gosto de usar no rosto, especialmente pela manhã. Deixo no mínimo 5 min, vou tomar um café e depois tiro no banho matinal. A pele fica refrescada, visivelmente mais limpa e radiante. É meu produto favorito da Lush! E sempre emendo o uso com o tônico Tea Tree Water.

Shampoos Sólidos – A coisa mais prática para viagens, dá pra jogar até na mala de mão e economizar uns ml do limite permitido. O shampoo parece (e funciona) como um sabonete: é só esfregar na mão com um pouco de água para fazer espuma e passar nos fios, ou passar o bloquinho direto no cabelo mesmo. Testei o Jumping Juniper, Montalbano e Seanik e gostei muito, especialmente dos dois primeiros. Eles limpam o suficiente na raiz e não deixam as pontas ressecadas – exceto o Seanik, esse não funcionou bem pra mim e já achei que deixa meu cabelo ressecado demais. Os shampoos sólidos duram tanto quanto um shampoo líquido de 300ml ou até mais. Agora quero testar o shampoo sólido com pigmentos para cabelos ruivos. :3

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Dark Angels – Que diversão passar isso no rosto e ficar parecendo que caiu de cara na lama, hahaha! É um pózinho que, ao ser misturado com um pouco de água, se transforma em uma argila limpadora. Dark Angels promove uma esfoliação na medida, que dá a sensação de limpeza sem deixar a pele sensibilizada. Gosto de usar especialmente na TPM e durante a menstruação, para desobstruir os poros e ajudar com espinhas.

Grease Lightning – O melhor tratamento para espinhas que já usei. É um gel transparente extremamente leve, de secagem rápida e ótimo para usar até mesmo antes de passar maquiagem. Ajudou muito na minha fase problemática com espinhas hormonais, e não irritou minha pele sensível. Infelizmente não achei no site brasileiro para comprar, mas talvez esteja disponível em breve.

Sabonetes – Adoro vários, minha escolha depende muito do meu humor ou da estação. Três fragrâncias de sabonetes sólidos que eu compro com frequência são Karma, Outback Mate e Sexy Peel. Amava um sabonete que lançaram para o Dia das Mães inspirado na bubble bar Mr. Brightside, mas infelizmente era edição limitada. Gosto muito também dos sabonetes líquidos (sempre compro o Dirty Springwash e o The Olive Branch, que é mega hidratante e tem um cheiro maravilhoso) e das “gelecas” de banho, que são divertidas de usar e muito cheirosas.

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Minhas mais recentes descobertas são as bath bombs e bath bubbles (finalmente tenho banheira em casa e posso usar, yay!), o hidratante corporal Sympathy for the Skin, o desodorante e esfoliantes em barra, e as barras de massagem. Estou adorando descobrir a linha corporal, aos pouquinhos tenho feito a troca dos meus produtos industrializados pelos da Lush e não tenho me arrependido.

E como nem tudo é só elogios, tem dois produtos que comprei depois de ler vários comentários positivos e não gostei: Ocean Salt e Roots Não gosto de nada que deixa a sensação de ter uma película sobre a pele após o uso, e foi o que senti com o esfoliante Ocean Salt. Também já testei os esfoliantes labiais e, apesar de gostar, não acho que valem a compra. Dá para fazer em casa com açúcar e um pouco de mel, nada complexo. Já a máscara capilar Roots senti que fez absolutamente zero diferença, apesar de ser gostosa a sensação do couro cabeludo ficar geladinho.

Você já testou alguns destes produtos da Lush? Tem algum outro que seja seu favorito e você quer recomendar? Aceito novas indicações. ;)

Paula Abrahao | Um amor chamado Lush

Bath Bombs e Bubble Bars

[6 on 6] September

Nenhuma surpresa eu estar atrasada com os posts do Projeto 6 on 6 ultimamente, então vamos prosseguir e fingir que nada aconteceu, combinado? :D September é escrito igualzinho em holandês e em inglês, mas a pronúncia é levemente diferente. Foi um mês sem muitas novidades, mas com bastante trabalho e amigos visitando Amsterdam. Boa parte das fotos do mês tirei com o celular mesmo, e ainda assim foram poucas as exposições. O que teve no mês, então?

01 & 02. Bath bombs pretas da Bella Muerte Clothing: sim, as famosas hex bombs que têm circulado pela internet nos últimos meses! São ma-ra-vi-lho-sas. Comprei a Black as Your Soul (das fotos), Bathory (vermelho sangue) e Nightmare (roxinha) e adorei todas, o cheiro é delicioso, a água fica muito colorida e realmente não mancha o corpo ou a banheira. Finalmente me sinto como uma gótica adulta! haha
03. Minha estação favorita chegou com dois pés no peito, fazendo cinco graus já logo nas primeiras semanas. Mas olha o pôr do sol que coisa linda, como não amar?
04. Postais fofos que vou enviar para as amigas. O da esquerda veio direto de Vienna, da exposição de Gustav Klimt (tô devendo post sobre essa viagem, eu sei!)
05. Minhas coleção de presentinhos que as amigas deram está crescendo :3
06. Aproveitei a visita de uma amiga e fomos testar o balanço no topo do A’DAM Lookout, o novo prédio em Amsterdam Noord. O balanço fica na beirada do prédio, no 26o andar, e foram os segundos mais empolgantes do meu mês! haha. Não é muito alto, mas já foi alto o suficiente pra dar aquela adrenalina (e medinho)

Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September Paula Abrahao | 6 on 6: September

Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

72h em Berlin

Paula Abrahao | 72h em Berlin

Quem é vivo sempre aparece, e de preferência com fotos de Berlin pra mostrar! :D Comentei rapidamente sobre a viagem alguns posts atrás e prometi dar mais detalhes sobre essa cidade louca.

Engraçado que achei Berlin legal, mas pra mim não tinha sido tudo aquilo que todo mundo tanto fala. Porém, alguns meses meses depois da viagem, só consigo pensar em voltar pra conhecer mais. Doido isso, né? Não é um lugar que me encantou à primeira vista, mas definitivamente cresceu no meu coração desde então.

Queríamos visitar Berlin há um tempo, já que é perto e as passagens de trem saindo de Amsterdam são baratas (coisa de €30 por pessoa). Aproveitamos a desculpa de um show da nossa cantora favorita para passar um fim de semana prolongado. Fomos no final de abril; chegamos em uma sexta friorenta e voltamos na segunda pela manhã.

Paula Abrahao | 72h em Berlin

Tinha ouvido falar que Berlin é “a São Paulo que deu certo” e foi exatamente essa sensação que tive: a cidade é imensa, os bairros têm uma atmosfera bem diferente entre si, há pessoas de todos os tipos, nacionalidades e estilos pelas ruas, e aquela paisagem cinza e pesada em alguns locais; mas tudo isso é balanceado pela sensação de segurança e liberdade de expressão que Berlin passa.

Não tivemos muito tempo para ver tudo o que gostaríamos, então nem focamos tanto em visitar museus, por exemplo. Preferimos nos perder por aí, visitar o famoso muro (que ficava na frente do nosso hotel) e alguns bairros, e descobrir cafés e restaurantes diferentes. Nos hospedamos em um hotel bem simples na estação Ostbahnhof (chamado InterCity), um pouquinho longe dos pontos de interesse principais, mas o preço era bom e o hotel oferecia um passe de transporte gratuito, o que nos ajudou muito – fora a conveniência de voltar tarde e ainda ter uns quiosques de comida abertos na estação.

De lugares legais pra comer que visitamos, recomendo muito Happy Baristas, Brammibal’s Donuts e Shiso Burger. O Happy Baristas (Neue Bahnhofstraße 32) é um café ultra hipster focado em cafés europeus, Brammibal’s Donuts (Maybachufer 8) é uma confeitaria de donuts veganos deliciosos, e o Shiso Burger (Auguststraße 29) é uma hamburgueria bem gostosa com um toque asiático.

Paula Abrahao | 72h em Berlin

Tivemos também uma experiência exótica, digamos, em um restaurante minúsculo em Kreuzberg. Depois de uma visita à The Record Loft, estávamos com muita fome e sem muita ideia de onde ir. Passamos na frente de um restaurante com uma fachada peculiar, o Schnitzel Join&Bar, e decidimos nos aventurar. Subimos a escadinha pro restaurante e demos de cara com a dona, que estava voltando do mercado pois a salada tinha acabado (!). Ela efusivamente nos convidou a sentar e olhar o menu. Explicou tudo, sugeriu o schnitzel tradicional e acompanhamento, e fez questão de falar umas três vezes que, caso a gente não gostasse de algo, era pra avisar que ela faria outra coisa. O lugar em si parecia ter parado no tempo, com paredes meio descascadas e desbotadas; aquela coisa “não sei se foi intencional ou se é assim mesmo”. A moça foi tão atenciosa e efusiva que eu achei que saíriamos de lá com uma intoxicação alimentar, mas deu tudo certo (e o schnitzel estava gostosinho até)!

Achei a East Side Gallery (o muro de Berlin todo grafitado) bem bonita, mas é no Berlin Wall Memorial que a água bate na bunda e a gente começa a entender como funcionavam as coisas naquela época. O memorial mostra partes originais do muro e todas as contenções extras ao redor; logo atrás tem um cemitério, que foi recuado para a construção do muro na região, o que deixa tudo um pouco mais pesado e bizarro. Também dá para subir uma escadaria de uns três andares e ter uma visão superior, que ajuda muito a fazer mais sentido do que realmente era o muro e como ele dividiu a cidade. Fiquei mais fascinada do que imaginei que ficaria. É surreal demais lembrar que isso tudo aconteceu recentemente, que o muro foi derrubado há míseras duas décadas, e estar ali de frente para ele vendo um pedaço de história.

Não vejo a hora de voltar para Berlin e descobrir mais sobre essa cidade louca!

Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
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Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Paula Abrahao | 72h em Berlin
Tem mais algumas fotos de Berlin aqui.

[6 on 6] Augustus

Fiquei sem postar nos últimos dois meses, mas o Projeto 6 on 6 ainda existe. Nós todas tivemos um meio de ano conturbado e cheio de acontecimentos, mas estamos voltando e com uma proposta nova: ao invés de um tema específico, agora faremos uma espécie de políptico entre nós, fotografando coisas que nos agradaram ao longo do mês. Talvez a gente volte com os temas mais pra frente, mas, por enquanto, vamos tentar dar mais vazão à nossa criatividade. :)

Em agosto teve Europride/Amsterdam Pride, gatinhos e nossa primeira roadtrip pela Europa (München e Itália). Duas das fotos foram tiradas com uma câmera analógica; você consegue identificar quais? Uma delas está fácil, não fui eu quem tirou! :D

Paula Abrahao | 6 on 6 - Augustus Paula Abrahao | 6 on 6 - Augustus Paula Abrahao | 6 on 6 - Augustus Paula Abrahao | 6 on 6 - Augustus Paula Abrahao | 6 on 6 - Augustus Paula Abrahao | 6 on 6 - Augustus

Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)

Alive and kicking

Paula Abrahao | Moco Museum - Banksy

As desculpinhas são sempre as mesmas, porém não deixam de ser menos verdadeiras por isso. É trabalho, vida social, casa e gatos pra cuidar, problemas pra resolver… só a vida sendo a vida, e as redes sociais deixando de fazer tanto sentido pra mim. Seriam os trinta anos se aproximando e me deixando ainda mais velha ranzinza? O post é curto, mas só pra falar que tô vivona, tô curtindo a vida offline e tô voltando sim (eu acho).

Sempre tenho coisas que gostaria de compartilhar, apesar de às vezes pensar “mas nossa que ninguém vai querer saber disso”. Então aproveito para deixar aqui uma pergunta: o que vocês gostariam de ver/ler aqui? Não vou fazer pesquisa, ain’t nobody got time for that e o negócio aqui é mais pessoal, que vocês já sabem. Então me contem nos comentários o que vocês gostariam de ver mais por aqui. Querem mais post sobre Amsterdam (história, dicas de lugares pra visitar, compras, roteiros)? Mais fotos do cotidiano e da vida na terra do queijo, do peixe e do pão? Gatos? Posso providenciar. Viagens? Tem uns posts pra sair, eles chegarão em breve.

Esse espaço existe, principalmente, para dividir com mais pessoas as coisas legais que vejo por aí, sejam amigos da vida real, familiares (beijos, pai! beijos, sogra!), pessoas queridas que encontrei nesse mundo ou você, que está aí lendo esse post ~secretamente. Ninguém gosta de falar sozinho, né? Inclusive estou aqui escrevendo esse post por causa da Rê Vitrola e de uma leitora fofa, que me enviou um e-mail uns dias atrás. Fico muito feliz em saber que tem gente que se interessa pelas trivialidades que gosto de compartilhar, então, à vocês: meu muitíssimo obrigada. TAMO JUNTO! E tô voltando. <3

[6 on 6] Laatste Reis

Quem está chegando atrasada no Projeto 6 on 6 mais uma vez?  O verão resolveu passar mais cedo em Amsterdam e estou completamente desnorteada, perdi a noção do tempo na última semana e só no dia seguinte reparei que o dia seis já tinha passado  (quando vi os posts publicados das outras meninas do projeto, claro! hahah).

Relapsa do jeito que tenho estado, o tema de junho veio em boa hora: de laatste reis, nossa viagem mais recente. Veio a calhar pois estivemos em Berlin mês passado e eu ainda nem postei nada sobre, haha. Já fomos à Alemanha duas vezes (Köln <3), mas ainda não tinha aparecido a oportunidade para visitar a capital the original hipster. Vimos que nossa cantora favorita (adivinha? ela mesma) se apresentaria em Berlin e decidimos que seria uma boa desculpa pra fazer uma viagem curtinha.

Não sabia bem o que esperar; já tinha ouvido falar que é “a São Paulo que deu certo”, que é inesperada, nada a ver com o resto da Alemanha, e também ouvi intermináveis juras de amor à cidade. Apaixonei-me de cara? Não necessariamente, mas fiquei com aquela vontadinha de voltar e desvendar mais do que Berlin tem a oferecer. Também concordo com a comparação à São Paulo – grande, louca, meio sujinha, com gente de todos os estilos e tipos, mas com muitas possibilidades (mas a semelhança é só visual mesmo, Berlin é muito mais segura e livre de julgamentos).

O tema é ainda mais especial pois celebra nossos dois anos de projeto! Passou tão rápido e tivemos tantas participações lindas…

Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: Laatste Reis Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: Laatste Reis

"de sorocaba para o mundo"

“sorocaba para o mundo”

Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: Laatste Reis Paula Abrahao | Projeto 6 on 6: Laatste Reis

Anneke van Giersbergen

Outras últimas viagens: Taís (Irlanda), Lolla (Inglaterra), Alê (Ucrânia), Ana (Alemanha)